A Ilusão Turva A Razão.
Me deixe solta e leve, livre para amar, desejosa de um amor incondicional.
Me deixe partir, sair, descontrair, experimentar o verdadeiro e imensurável amor.
Me deixe passar, caminhar e encontrar o amado.
Me deixe sentir, fluir e transbordar esse bem querer, que ama gratuitamente e se deixa enamorar.
Me deixe viver minha escolha, entenda a dimensão invisível de quem ama e quer ser amada verdadeiramente.
Me deixe vislumbrar, descortinar o paraíso escatológico e entrar em êxtase no abandono do meu ser.
Me deixe encontrar a paz que tanto busco, para perseverar na verdade.
Me deixe permanecer no imutável, não me envolva em falsas esperanças, não me turve a razão.
Me permita seguir, quão doloroso é viver uma quimera, estar presa por cadeias invisíveis, aceitar a incerteza do querer, que angustiante é experimentar a dor da solidão presente de uma ausência aparente.
Me deixe sorri o riso da alegria indelével e derramar o choro da partida, para não sorri a face da mentira nem chorar uma inconsequente consciência.
Me entregue flores, que exalem o perfume da santidade, para juntos mergulharmos no amor que nos fora roubado.
Me surpreenda com um gesto singelo, desate os nós dos nossos corações e no silêncio do imutável envie uma prece e compreenda meu humano jeito de ser e de querer viver.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Um Deus que deixa sorri e ri junto com você.
Há várias formas de compreendermos o divino, pois se abstraírmos o concreto ficando na subjetividade passamos a enxergar com os olhos da fé.
Martha Medeiros em uma de suas crônicas diz acreditar em um Deus diferente, que está na compreensão das diferenças, na aceitação das fraquezas e no estímulo à felicidade. Concordo que ela conheça o mesmo Deus do balconista, da professora, do porteiro, do pobre, do rico, enfim, do Deus que se fez homem e habitou no meio da humanidade.
Um Deus que chorou, sentiu fome, sede, que viveu no seio de uma família, que sentiu na pele o que é ser gente.
Um Deus que tem o controle do universo, mas não interfere no livre-arbítrio e estar sempre disposto a caminhar contigo onde quer que vás.
Um Deus que é onipotente, onipresente e onisciente, que alegra o coração quando angustiado está, que fala quando você quer escutar, silencia se você precisar, sorri e te olha nos olhos e te faz cúmplice de um amor imensurável.
Há várias formas de compreendermos o divino, pois se abstraírmos o concreto ficando na subjetividade passamos a enxergar com os olhos da fé.
Martha Medeiros em uma de suas crônicas diz acreditar em um Deus diferente, que está na compreensão das diferenças, na aceitação das fraquezas e no estímulo à felicidade. Concordo que ela conheça o mesmo Deus do balconista, da professora, do porteiro, do pobre, do rico, enfim, do Deus que se fez homem e habitou no meio da humanidade.
Um Deus que chorou, sentiu fome, sede, que viveu no seio de uma família, que sentiu na pele o que é ser gente.
Um Deus que tem o controle do universo, mas não interfere no livre-arbítrio e estar sempre disposto a caminhar contigo onde quer que vás.
Um Deus que é onipotente, onipresente e onisciente, que alegra o coração quando angustiado está, que fala quando você quer escutar, silencia se você precisar, sorri e te olha nos olhos e te faz cúmplice de um amor imensurável.
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