MEU SEGREDO ...
JÁ TE CONTEI ?
Te conheci numa noite de verão, apesar da brisa que soprava não cheguei sentir alívio do calor que me envolvia.
Não tinha nada a ver com você, era apenas uma fase que estava passando, enfim, uma longa fase, diga-se de passagem, era mais uma constante. Sabe aquela coisa que caminha contigo como uma linha paralela, que embora esteja ali lado a lado, nunca se encontram, pois é, mas, nos vimos e aos poucos fomos nos aproximando.
Nossas longas conversas, enfim, seu jeito agradável aguçou minha curiosidade e aos poucos fomos descobrindo afinidades e a nossa amizade foi fluindo rsrsrs
Sentia alegria e alivio em nossas risada, confesso que no início era a conveniência do passatempo, jogar conversa fora e aliviar o estresse, mas sua graciosidade e gentileza me fizeram sentir confiança e daí começamos a partilhar nosso quotidiano hahaha
Até então, o meu, guardava-o como a um tesouro e na minha fantasia ou devaneio percebi que guardava uma quimera, que aos poucos fui perdendo de vista, pois, algo novo surgia.
Como se prolongava nossa amizade, graças a empatia que sentíamos um pelo outro, chegando aos olhos dos maliciosos algo mais rsrsrs é engraçado porque até então, não havia pensado em algo tão inusitado, nem poderia, ou poderia ? hahahaha
O tempo passou e houve um lapso temporal na nossas conversas, mas, quando menos esperei lá estava você bem a minha frente com aquele sorriso, nossa e que sorriso srsrsrs não sei explicar o que senti, mas, foi uma sensação tão boa, já fazia um bom tempo que não tinha tamanha satisfação rsrsrs
Ficamos bem mais próximos, não que houvesse algo mais profundo do que essa maravilhosa amizade que me fazia tão bem. Acho que o esteriótipo que criaram de que homem não tem amizade com mulher, a menos que haja segundas intenções rsrsrs bem, se há, ainda não descobrimos, pois nosso papo é tão descolado que nem sobra tempo para isso, né mesmo ?
Embora isso não seja impossível, é fantástico pensar, pensar e pensar rsrsrs
Nossa imaginação ganha o universo dos sonhos e voa livre sem limites, sem fronteiras, por isso que sentimos essa leveza quando alguém nos faz sentir algo que já nem lembrávamos mais. Há um momento que precisamos voltar a lucidez e puxar as rédeas, portanto, voltamos a realidade e superamos aos poucos as tormentas por conta dessa fuga, que os bons amigos nos proporcionam.
Saborear essa amizade, só tem me ajudado a ri das minhas loucuras, erros e acertos e acredito que vice versa, pois, sinto sua satisfação em estar comigo.
Gostaria de ser como tantos outros e outras mas, definitivamente não sou, enfim, somos únicos e por isso tão especiais.
Então, você é, e sempre será essa aventura intensa no mundo da minha imaginação rsrsrsrs ou no mundo da imaginação de quem quiser imaginar ...
MEU SEGREDO ?
ACABEI DE TE CONTAR HAHAHAHA
little things
terça-feira, 4 de dezembro de 2018
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Vazio Existencial ( Alma Latente )
Vazio Existencial Alma Latente
Dizem os grandes da ciência, da literatura, da filosofia, enfim, de toda dimensão intelectual existente e latente da atualidade e dos tempos mais remotos. O homem, é o ser inteligível, tangível em suas decisões, tem nas mãos o domínio do universo.
Refletindo toda assertiva acerca dessa hipótese, concluí, há um vácuo existencial nesse contexto. O homem, não é senão obra do Criador. Ponderando essa tese, ouso ascender um prognóstico capaz de vislumbrar a aurora dos acontecimentos fenomenológicos e indecifráveis, experimentados por esse ser capaz de inventar e reinventar o agora, mas impassível diante da imensidão desconhecida.
Adentramos a magnitude da arte, do belo, das dimensões incomensuráveis, cruzamos fronteiras intransponíveis, descortinamos a cada momento o quarto, a sala, mas não passamos do jardim concreto, palpável e perfumado. Por mais desejado e lapidado que seja nossa obra criativa, não atingimos a perfeição, fica sempre incompleta, faltando algo que nosso ser busca com inquietação ao longo de toda existência.
Destarte toda essa parafernália paradoxal, aprimora minha tese, de admiração ao ser sensível ao seu Criador. A humanidade com toda sapiência, não foi, não é capaz de criar sua obra prima, acabada, perfeita, pois, dentro de cada ser haverá sempre o estigma da busca, que transcende tudo que existe e existirá e por mais esmerado que seja nossa labuta, esse experimento será apenas um ponto de luz tateando na escuridão do vazio existencial que trazemos conosco e somente encontra a luminosidade plena na percepção da Obra Prima criada por Deus, o próprio Ser Humanizado.
O que somos???
Seres em desenvolvimento...
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
terça-feira, 28 de outubro de 2014
DISLEXIA NA ALMA
GRATUIDADE: " Se vocês AMAM somente aqueles que os amam, que gratuidade é essa?"
SÓ DEUS PODE JULGAR: " Pode um CEGO guiar outro cego? Não cairão os dois num buraco?"
INTERPRETAR O TEMPO: Jesus também dizia as multidões: " Vocês sabem interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabem interpretar o tempo presente? HIPÓCRITAS!"
O REINO ATINGIRÁ O MUNDO INTEIRO: E Jesus dizia: " A que semelhante é o Reino de Deus, e com o que eu poderia compará-lo? Ele é como a SEMENTE de mostarda, é como o fermento.
A SALVAÇÃO É PARA TODOS: Jesus atravessava cidades e povoados, ensinando e prosseguindo caminho para Jerusalém. Alguém lhe perguntou: "Senhor, é verdade que são poucos aqueles que se salvam? " Jesus respondeu: " Façam todo esforço possível para entrar pela porta estreita, porque eu lhes digo; Muitos tentarão entrar, e não conseguirão. Muita gente virá do Oriente e do Ocidente, do Norte e do Sul, e tomarão lugar à mesa do Reino. Vejam: Há MUITOS que serão PRIMEIROS, e primeiros que serão ÚLTIMOS."
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Não sei conviver com essa tal modernidade!
re-AÇÃO DO SERVIR!
Há tantos pedaços nossos sendo provados.
Despertamos e já chega o anoitecer.
Os acontecimentos não tardam.
A velocidade do mundo moderno
Rouba o encanto da maturação.
Os passos não acompanham o relógio
Atropelados e martirizados.
DESCULPAS, DESCULPAS, DESCULPAS.
Jeito estúpido de explicar
A humilde forma de viver.
Na ciranda da vida, o outro é só outro.
Não importa o ser, deixou de ser.
É qualquer um, sem identidade.
Desvalorizado, trocado por matéria.
Justificar, explicar, convencer.
Perdeu-se o sentido do doar-se
Porque é mais fácil enxergar o óbvio.
No entanto, o acontecimento prematuro
Indica a profundidade da causa.
Verificar a reação não diz nada.
Justificar muito menos.
Menos SABEDORIA, menos GRATIDÃO,
Menos AMOR, e porque não dizer:
Superficialidade do servir.
Vê-se, explica-se, justifica-se o simplório.
Esquecemos de perceber
A profundidade do acontecido.
Escondido aos olhos humanos,
Mas visível aos olhos da alma.
Do ser, que vislumbrou,
No resplandecer de sua vida,
O misterioso CUMPRIMENTO de sua MISSÃO
re-AÇÃO DO SERVIR!
Há tantos pedaços nossos sendo provados.
Despertamos e já chega o anoitecer.
Os acontecimentos não tardam.
A velocidade do mundo moderno
Rouba o encanto da maturação.
Os passos não acompanham o relógio
Atropelados e martirizados.
DESCULPAS, DESCULPAS, DESCULPAS.
Jeito estúpido de explicar
A humilde forma de viver.
Na ciranda da vida, o outro é só outro.
Não importa o ser, deixou de ser.
É qualquer um, sem identidade.
Desvalorizado, trocado por matéria.
Justificar, explicar, convencer.
Perdeu-se o sentido do doar-se
Porque é mais fácil enxergar o óbvio.
No entanto, o acontecimento prematuro
Indica a profundidade da causa.
Verificar a reação não diz nada.
Justificar muito menos.
Menos SABEDORIA, menos GRATIDÃO,
Menos AMOR, e porque não dizer:
Superficialidade do servir.
Vê-se, explica-se, justifica-se o simplório.
Esquecemos de perceber
A profundidade do acontecido.
Escondido aos olhos humanos,
Mas visível aos olhos da alma.
Do ser, que vislumbrou,
No resplandecer de sua vida,
O misterioso CUMPRIMENTO de sua MISSÃO
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Via de mão dupla
Continuamos caminhando, mas não estamos numa via de mão única, não estamos indo ao mesmo lugar, pois enquanto estou indo, ele está voltando.
Percebemos um ao outro de vez em quando, pois caminhamos paralelamente, passamos um pelo outro inúmeras vezes, trocamos ideias, olhares, sorrisos, abraços, beijos e até caminhamos com dedos entrelaçados, mas que controvérsia, não nos encontramos de fato, temos. objetivos diferentes. Apesar de todo esse arsenal supostamente de apoio para um bom relacionamento, não chegamos ao denominador comum.
Vivenciamos a via de mão única ??? Não estou bem certa desse prognóstico, pois quando procuro, não encontro, e quando quero encontrar, me foge aos olhos ou a razão de conhecer. Some no tempo, ao sabor do vento, da chuva, do sol, da lua, enfim, motivos são tantos que chego a olvidar que tenha existido algum momento único. Difícil traçar um perfil para dar nome e sobrenome a algo que não tem consistência, parece mais não se adequa a nenhum padrão lógico, é instável, inconstante, enfim, é indecifrável.
Verificando com mais cuidado podemos cognominar como um aroma, ou uma lembrança, ou uma sombra, ou talvez um raio de sol, ou uma gota de chuva, poderia até ser um som, ou tantas outras coisas, mas a verdade é que não conseguimos definir, difícil conhecer, encontrar, permanecer.
Conter no espaço real, ter entre os braços o inimaginável não é fácil, é impossível, pois escorre entre os dedos como areia da praia, é volátil, é inexplicável, é fantasioso, chega a ser falacioso.
Ah !!! Esse fruto da imaginação, esse ser desconhecido, que só se revela no universo da abstração...
Continuamos caminhando, mas não estamos numa via de mão única, não estamos indo ao mesmo lugar, pois enquanto estou indo, ele está voltando.
Percebemos um ao outro de vez em quando, pois caminhamos paralelamente, passamos um pelo outro inúmeras vezes, trocamos ideias, olhares, sorrisos, abraços, beijos e até caminhamos com dedos entrelaçados, mas que controvérsia, não nos encontramos de fato, temos. objetivos diferentes. Apesar de todo esse arsenal supostamente de apoio para um bom relacionamento, não chegamos ao denominador comum.
Vivenciamos a via de mão única ??? Não estou bem certa desse prognóstico, pois quando procuro, não encontro, e quando quero encontrar, me foge aos olhos ou a razão de conhecer. Some no tempo, ao sabor do vento, da chuva, do sol, da lua, enfim, motivos são tantos que chego a olvidar que tenha existido algum momento único. Difícil traçar um perfil para dar nome e sobrenome a algo que não tem consistência, parece mais não se adequa a nenhum padrão lógico, é instável, inconstante, enfim, é indecifrável.
Verificando com mais cuidado podemos cognominar como um aroma, ou uma lembrança, ou uma sombra, ou talvez um raio de sol, ou uma gota de chuva, poderia até ser um som, ou tantas outras coisas, mas a verdade é que não conseguimos definir, difícil conhecer, encontrar, permanecer.
Conter no espaço real, ter entre os braços o inimaginável não é fácil, é impossível, pois escorre entre os dedos como areia da praia, é volátil, é inexplicável, é fantasioso, chega a ser falacioso.
Ah !!! Esse fruto da imaginação, esse ser desconhecido, que só se revela no universo da abstração...
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Máscara's
Existe em nós um ranço de farisaísmo incrustado, embotado, camuflado talvez, mas presente no nosso jeito preconceituoso de ser. Um ser menos humano, quando deveríamos nos despir dos frutos da carne e praticarmos os frutos do espírito, é intrigante observar o espetáculo sem se envolver, é impressionante perceber que convivemos tão bem com nossas máscaras.
Alguém, no meio de uma grande multidão de forma sábia, sensata e humanamente condescendente com a situação alheia, não passa ao longe, torna-se partícipe daquele cenário, entra em cena e atua esplendidamente, como quem dança entre lobos, encontra-se e se deixa encantar-se por tamanha ousadia, retira quem está a beira do abismo, faz brilhar a luz nas trevas do infeliz, dar ânimo a quem perdeu a esperança, desperta quem morto estava, abraça o que estava perdido e dar jeito a causa sem solução, ama indistintamente. Torna transparente, como deveríamos em sã consciência agir, repetindo seus atos e ir mais além.
Somos covardes, imaturos e infelizes, não somos quem deveríamos ser, não ousamos. E nem precisa ser carnaval para colocarmos nossas máscaras e saírmos a nos divertir por aí, quando muitos vivem constantemente, em plena quarta-feira de cinzas.
Gl 5,13-26.
'em todo jovem mesmo no mais infeliz, há um ponto acessível ao bem e a primeira obrigação do educador é buscar esse ponto, essa corda sensível do coração, e tirar bom proveito''
Existe em nós um ranço de farisaísmo incrustado, embotado, camuflado talvez, mas presente no nosso jeito preconceituoso de ser. Um ser menos humano, quando deveríamos nos despir dos frutos da carne e praticarmos os frutos do espírito, é intrigante observar o espetáculo sem se envolver, é impressionante perceber que convivemos tão bem com nossas máscaras.
Alguém, no meio de uma grande multidão de forma sábia, sensata e humanamente condescendente com a situação alheia, não passa ao longe, torna-se partícipe daquele cenário, entra em cena e atua esplendidamente, como quem dança entre lobos, encontra-se e se deixa encantar-se por tamanha ousadia, retira quem está a beira do abismo, faz brilhar a luz nas trevas do infeliz, dar ânimo a quem perdeu a esperança, desperta quem morto estava, abraça o que estava perdido e dar jeito a causa sem solução, ama indistintamente. Torna transparente, como deveríamos em sã consciência agir, repetindo seus atos e ir mais além.
Somos covardes, imaturos e infelizes, não somos quem deveríamos ser, não ousamos. E nem precisa ser carnaval para colocarmos nossas máscaras e saírmos a nos divertir por aí, quando muitos vivem constantemente, em plena quarta-feira de cinzas.
Gl 5,13-26.
'em todo jovem mesmo no mais infeliz, há um ponto acessível ao bem e a primeira obrigação do educador é buscar esse ponto, essa corda sensível do coração, e tirar bom proveito''
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