quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Não sei conviver com essa tal modernidade!

re-AÇÃO DO SERVIR!

Há tantos pedaços nossos sendo provados.
Despertamos e já chega o anoitecer.
Os acontecimentos não tardam.
A velocidade do mundo moderno
Rouba o encanto da maturação.
Os passos não acompanham o relógio
Atropelados e martirizados.
DESCULPAS, DESCULPAS, DESCULPAS.
Jeito estúpido de explicar
A humilde forma de viver.
Na ciranda da vida, o outro é só outro.
Não importa o ser, deixou de ser.
É qualquer um, sem identidade.
Desvalorizado, trocado por matéria.
Justificar, explicar, convencer.
Perdeu-se o sentido do doar-se
Porque é mais fácil enxergar o óbvio.
No entanto, o acontecimento prematuro
Indica a profundidade da causa.
Verificar a reação não diz nada.
Justificar muito menos.
Menos SABEDORIA, menos GRATIDÃO,
Menos AMOR, e porque não dizer:
Superficialidade do servir.
Vê-se, explica-se, justifica-se o simplório.
Esquecemos de perceber
A profundidade do acontecido.
Escondido aos olhos humanos,
Mas visível aos olhos da alma.
Do ser, que vislumbrou,
No resplandecer de sua vida,
O misterioso CUMPRIMENTO de sua MISSÃO

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