sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Um Deus que deixa sorri e ri junto  com você.

       Há várias formas de compreendermos o divino, pois se abstraírmos o concreto ficando na subjetividade passamos a enxergar com os olhos da fé.
       Martha Medeiros em uma de suas crônicas diz acreditar em um Deus diferente, que está na compreensão das diferenças, na aceitação das fraquezas e no estímulo à felicidade. Concordo que ela conheça o mesmo Deus do balconista, da professora, do porteiro, do pobre, do rico, enfim, do Deus que se fez homem e habitou no meio da humanidade.
       Um Deus que chorou, sentiu fome, sede, que viveu no seio de uma família, que sentiu na pele o que é ser gente.
        Um Deus que tem o controle do universo, mas não interfere no livre-arbítrio e estar sempre disposto a caminhar contigo onde quer que vás.
        Um Deus que é onipotente, onipresente e onisciente, que alegra o coração quando angustiado está, que fala quando você quer escutar, silencia se você precisar, sorri e te olha nos olhos e te faz cúmplice de um amor imensurável.  
              

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